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Geologia & Tecnologia

Museu de Ciências da Terra passa a integrar plataforma Google Arts & Culture

Com a integração, visitações virtuais em todo o mundo serão possíveis e estudos e pesquisas brasileiras ganham destaque internacional

Por: Redação
June 10, 2022, 8 p.m.

Alguns dos itens da exposição virtual: Turmalina rosa, à esquerda; e Opala, à direita. (Reprodução: Acervo MCTer)

O Museu de Ciências da Terra (MCTer) - reconhecido pelas realizações e incentivo a pesquisas científicas - agora integra o acervo do Google Arts & Culture, plataforma tecnológica que torna a arte mais acessível aos usuários, possibilitando visitas virtuais a diversos museus em diferentes lugares do mundo. O MCTer faz parte do Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM).

 

“Esse é um projeto muito antigo, tem muitos anos que o MCTer tenta integrar à plataforma. E o momento é muito oportuno porque se uniu ao projeto de revitalização do Museu. Foi com muita satisfação que conseguimos esse feito, em que estamos ao lado dos maiores museus do mundo, apresentando o nosso acervo, que é maravilhoso”, avaliou a coordenadora-geral do MCTer, Célia Corsino, destacando, ainda, que o MCter realiza um importante trabalho educativo, que vai além das paredes do Museu. “A internet permite levar ao mundo a disseminação de informação e conhecimento. Podemos dizer que o fato de o MCTer poder ser visitado por todos acaba agregando valor a mais um trabalho educativo que já vem sendo realizado pelo MCTer, que é o programa Museu em Movimento”.

 

O Museu de Ciências da Terra, do Serviço Geológico do Brasil, abriga o mais importante acervo do patrimônio geológico e paleontológico do país. Seu acervo contempla amostras de minerais, rochas e meteoritos, bem como exemplares de fósseis de plantas e animais. Além disso, possui uma biblioteca com mais de 90.000 volumes, principalmente dedicados às áreas de petrologia, mineralogia e paleontologia, além de coleções de periódicos de diversos serviços geológicos de todo o mundo. Essas amostras, coletadas nos mais diversos pontos do território nacional, incluem centenas de espécimes que foram reconhecidos e classificados, pela primeira vez, no Brasil.

 

As Coleções Temáticas

 

O MCTer também possui materiais de origem estrangeira, incluindo cerca de 60 meteoritos -- o museu tem tradição em conservação e pesquisa de meteoritos que remonta ao início do século 20.

 

“O lançamento do Museu de Ciências da Terra acontece em um momento importantíssimo para a instituição, pois o museu encontra-se fechado, e estar em uma plataforma de grande projeção cultural, junto com os maiores museus do mundo, é motivo de orgulho para a instituição. Além disso, o museu tem um imenso prazer em oferecer acesso e conhecimento de seu acervo a qualquer um que tenha interesse no tema das ciências da terra”, explicou a coordenadora executiva de Projetos Especiais Denise Assis.

 

No total, serão visitadas seis coleções temáticas: A história do Prédio e seus Elementos Arquitetônicos; o Museu de Ciências da Terra e seu Acervo Geral, contemplando sua documentação histórica e seus instrumentos e equipamentos antigos; a coleção de Minerais e Rochas, que representa a história das Geociências no Brasil; a coleção de Fósseis, reconhecida como uma das mais antigas e completas coleções paleontológicas do Brasil; a coleção de

Meteoritos, que o Museu de Ciências da Terra tem como tradição em sua conservação e pesquisa; e a História do Meteorito brasileiro Bendegó.

 

Visite o MCTer no Google Arts & Culture!

 

 

A Plataforma

 

Com o objetivo de democratizar o acesso à cultura e promover a preservação de seus bens para as gerações futuras, a ferramenta foi lançada em 2011 e permite ao usuário acessar galerias e obras de arte com imagens em alta resolução. Por meio da colaboração com mais de 1200 museus, galerias, fundações e associações, o Google Arts & Culture iniciou um arquivo digital integrado com coleções, informações, obras e artefatos.

 

Alguns dos recursos disponíveis na plataforma, além da realidade e passeio virtual, são as pesquisas temáticas por cores, período histórico, artista, movimento e país; e a selfie artística, que usa reconhecimento facial para associar a imagem do usuário à obra de arte mais similar no acervo da ferramenta.

 

 

Fonte: Assessoria de Comunicação - Serviço Geológico do Brasil - CPRM - Ministério de Minas e Energia