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#PraTodosVerem: sequência de fotos mostra trabalho realizado por agentes de Combate a Endemias no combate ao criadouro do mosquito Aedes aegypti. Fim da descrição. - Foto: Divulgação: DEPCOM/PMSS
- Foto: Divulgação: DEPCOM/PMSS
- Foto: Divulgação: DEPCOM/PMSS
- Foto: Divulgação: DEPCOM/PMSS

São Sebastião

Bairros da Costa Sul de São Sebastião concentram 86% dos casos de dengue

Por: Redação
May 12, 2022, 9 a.m.

 

A Prefeitura de São Sebastião, por meio do Combate a Endemias, vinculado ao Departamento de Vigilância em Saúde da Secretaria de Saúde (SESAU), solicita aos munícipes, em especial aos moradores da Costal Sul, que intensifiquem os cuidados com a limpeza dos quintais, evitando a incidência de água parada, potencial criadouro do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.
No momento, o município contabiliza 633 casos positivos de dengue, sendo 544 nos bairros da costa sul, 63 na região central e 26 na costa norte. Entre os bairros com o maior número de casos estão Barra do Sahy (250), Boiçucanga (89), Cambury (50), Juquey (41), Maresias (38), Baleia (30) e Toque Toque Pequeno (23).
De acordo com os resultados da Avaliação de Densidade Larvária (ADL) realizada no mês de abril, procedimento que visa avaliar a infestação do Aedes aegypti no município, São Sebastião está em situação de risco entomológico, com um Índice de Infestação Predial de 4,3%, indicando elevada infestação no município.
A aferição foi feita pelos agentes de Combate a Endemias, que vistoriam 2.305 imóveis em todo o município durante o mês de abril. Como resultado, foram encontrados 2.347 recipientes com água, sendo 220 com larvas de Aedes aegypti. Por se tratar de amostragem estatística, a quantidade real é muito maior.
O Departamento de Vigilância em Saúde alerta para o fato de que os principais criadouros encontrados com água e larvas foram utensílios ou recipientes esquecidos ou pouco cuidados pelos moradores, como baldes, regadores, frascos plásticos, pratos e vasos de plantas, pneus, peças de sucata, barcos, lonas e ralos externos.
Portanto, cabe aos munícipes se conscientizarem e fazerem a sua parte, realizando vistoria semanal em seus quintais; guardando ou eliminando objetos que possam acumular água, principalmente após as chuvas; cobrindo as caixas d'água ou piscinas e mantendo as calhas de água limpas; colocando terra ou areia nos pratos dos vasos de planta, entre outras medidas.
É importante ressaltar que o uso contínuo de repelentes também é uma das principais armas individuais de combate à doença.

Fonte: DEPCOM/PMSS