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Educação em pauta

Confira as mais recentes notícias sobre educação em tópicos

Por: Redação
Nov. 21, 2020, 7 a.m.

 

Plataforma online ajuda cidades a reabrir escolas

 

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Fundação Lemann lançam na quinta-feira, 19 de novembro, uma plataforma interativa para ajudar redes públicas de ensino a abrir suas escolas com segurança. O site tem dados de todos os municípios do País e mostra que materiais precisam ser comprados, como organizar o espaço físico, a quantidade de professores necessários e até quantos alunos podem ir por dia presencialmente.  Não há município em que a plataforma Escola Segura não indique os passos para a reabertura, apesar de muitos deles serem classificados pelos próprio sistema como situação de risco altíssimo da pandemia. Os dados de infecção e capacidade hospitalar das cidades vêm de outra plataforma não governamental, a Farol Covid, que monitora e tabula as informações do País. Em São Paulo, por exemplo, a plataforma diz que situação da pandemia é de risco altíssimo e sugere que haja, além dos protocolos básicos de distanciamento e higiene, barreiras físicas entre as carteiras.

Fonte: Estado de S. Paulo

 

Para não perder matrículas, escolas tentam limitar reajuste e dão desconto nas mensalidades

 

Em meio à pandemia, as escolas particulares tentam limitar o reajuste de suas mensalidades à inflação e dão descontos para reter estudantes. As unidades dizem ter registrado alta nos custos de operação, para adequações sanitárias e tecnológicas, mas temem que aumentos elevados no preço das parcelas afastem os estudantes. Segundo Benjamin Ribeiro, presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo (Sieeesp), parte das unidades só deve comunicar o reajuste na última hora, em dezembro. A recomendação é de que se aguarde definição sobre a reforma tributária que tramita na Câmara dos Deputados. Caso aprovada, a alíquota sobre as mensalidades pode subir de 3,65% para 12%. Por lei, as escolas têm de comunicar o aumento no máximo 45 dias antes do prazo final para a matrícula. Se a proposta de reforma tributária não for votada no fim deste ano, a recomendação de Ribeiro é que as escolas não reajustem ou aumentem o mínimo. "É hora de manter os alunos e ajudar as famílias."

Fonte: Terra

 

Com alta de casos de Covid, festas e formaturas de alunos viram problema para escolas

 

Festas e formaturas de alunos têm preocupado escolas particulares de São Paulo que retomaram as atividades presenciais. Diretores têm enviado cartas às famílias para pedir que evitem aglomerações e a realização de eventos, temendo o risco de contaminação pelo novo coronavírus. Nesta semana, três colégios suspenderam total ou parcialmente as aulas presenciais; dois deles confirmaram terem tido casos de Covid-19 entre alunos e professores. No entanto, há ainda famílias que defendem que sejam feitas festas no fim do ano. O estado de São Paulo registrou aumento de 18% na média de internações de pacientes com Covid-19 na última semana, segundo o centro de contingência do coronavírus. A elevação levou o governo a adiar para o próximo dia 30 novos avanços de regiões para a fase verde.

Fonte: Folha de S. Paulo

 

Covas paralisa planos de abertura das escolas em São Paulo

 

O prefeito Bruno Covas anunciou nesta quinta-feira, 19, que as escolas públicas e particulares não terão novas autorizações de funcionamento presencial. Segundo o Estadão adiantou, haverá uma pausa nos planos de abertura na educação porque os dados da pandemia pararam de melhorar na cidade. As escolas poderão continuar a dar aulas presenciais para o ensino médio, como está autorizado desde o dia 3. Para educação infantil e fundamental, será mantida a exigência de apenas oferecer atividades extracurriculares. Continuam também autorizados apenas 20% dos alunos por dia nas escolas. Questionado, o secretário municipal de Educação, Bruno Caetano, disse que as escolas "não devem fechar novamente" e que a Prefeitura trabalha com "segurança e tranquilidade" para que não aconteça o mesmo que em Nova York. Nesta quarta-feira, a cidade americana anunciou que o ensino presencial seria paralisado novamente, depois de apenas oito semanas de aulas.

Fonte: Estadão

 

O Enem da pandemia

 

O ano de 2020 é o primeiro desde a criação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), há mais de duas décadas, em que não haverá a edição do grande vestibular nacional. As provas do Enem da pandemia serão realizadas apenas em 2021. Pode até parecer que os quase 6 milhões de inscritos ganharam mais tempo para estudar. Mas, em um ano letivo tão atípico, o que se vê são os colégios fazendo maratonas para dar conta de preparar seus estudantes com todo o conteúdo necessário. Na rede particular, mesmo com as escolas tendo cumprido a grade curricular com as aulas remotas, a retomada das atividades presenciais tem sido um tempo de estudo intensivo com vistas a recuperar o que pode não ter sido apreendido da forma mais eficaz no período de encontros online. Se na rede privada voltar ou não a uma sala de aula tem sido uma opção de cada aluno, na pública a maioria dos estudantes continua sem uma data prevista de retorno à escola. Durante os meses de pandemia, também é clara a disparidade de acesso e de qualidade de interação remota.

Fonte: Estado de S. Paulo

 

Matrículas 2021: Experiências e práticas para aplicar na sua escola

 

O período de matrículas e rematrículas é um momento de muitas expectativas para a escola. Isso porque, o sucesso da campanha em si acaba sendo, praticamente, fruto da soma de todas as ações desenvolvidas ao longo do ano, desde os esforços em estreitar o relacionamento com as famílias até as estratégias de divulgação do negócio. “A rematrícula a gente acredita que sempre é um momento da colheita, a gente vai colher aquilo que de fato foi trabalhado, o resultado do primeiro semestre, ou de anos, na realidade que vem seguido de anos de trabalho”, comenta Viviane Gonçalves Passarini, sócia-diretora do Colégio Xingu, instituição construtivista localizada em Santo André, São Paulo. Ainda segundo Viviane, a campanha de rematrícula de 2021, em especial, foi pensada de uma forma diferente, levando em consideração a pandemia e as consequência que ela trouxe. Confira aqui quais foram as estratégias utilizadas pelo Colégio Xingu e outros que estão tendo bons resultados com suas campanhas de rematrícula.

Fonte: Escolas Exponenciais

 

Anita, a adolescente italiana que batalha contra o fechamento das escolas pelo coronavírus

 

A adolescente Anita Iacovelli, de 12 anos, se instala todos os dias em frente a sua escola em Turim, na Itália, para exigir a reabertura da instituição. O protesto se tornou símbolo do movimento de estudantes que se rebelam contra os fechamentos de locais de ensino por causa da pandemia de Covid-19. Desde 6 de novembro, data em que o governo classificou o Piemonte como "zona vermelha" devido ao alto índice de infecções por coronavírus, Anita, acompanhada de sua mãe, vai todos os dias ao Colégio Ítalo Calvino para acompanhar as aulas on-line. A jovem costuma sentar-se em uma cadeira e utilizar uma pequena escrivaninha que carrega de sua casa e por alguns dias é acompanhada de sua amiga Lisa e também de alguns alunos da Universidade Gioberti, localizada não muito longe, que defendem pacificamente o acesso à educação. Em contrapartida, o governo da Escócia anunciou na terça-feira, 17 de novembro, que a região oeste do país será colocada em confinamento quase total por três semanas para tentar frear o contágio do novo coronavírus. A notícia ecoa o lockdown adotado no início de 2020, mas traz uma diferença: escolas e creches continuam abertas. Outros países europeus, como Alemanha, França e o resto do Reino Unido, também têm optado por manter as aulas presenciais durante a segunda onda da covid-19, enquanto determinam o fechamento de outras atividades.

Fonte: G1 e Nexo