- Foto: Divulgação

Educação em pauta

Senado aprova auxílio de até R$ 10 mil mensais a escolas particulares e suspensão de impostos

Por: Redação
Sept. 12, 2020, 7 a.m.

 

O Senado aprovou na quarta-feira (9) a criação de um programa de auxílio financeiro às escolas particulares que tiveram perda de arrecadação durante a pandemia. O texto segue para análise da Câmara dos Deputados. A proposta é voltada às instituições privadas da educação básica, que vai da pré-escola ao ensino médio. Podem aderir aos benefícios as escolas afetadas pelas medidas de isolamento social e cuja renda bruta anual, em 2019, tenha sido igual ou menor que R$ 4,8 milhões. O projeto prevê auxílio mensal de até R$ 10 mil às instituições, ainda neste ano, e também a opção de suspender o pagamento de impostos federais inseridos no Simples Nacional.

Fonte: G1

 

Brasil está entre países que fecharam escolas por mais tempo na pandemia

 

A pandemia do novo coronavírus tem sido como um "abalo sísmico" na educação global, aponta relatório divulgado nesta quinta-feira (8) pela OCDE, que coloca o Brasil no grupo dos países já com mais tempo de escolas fechadas desde o início da pandemia. Até o fim de junho, de 46 países avaliados no relatório, 52% deles haviam fechado suas escolas por 12 a 16 semanas e 28% as mantiveram fechadas por 16 a 19 semanas. O Brasil, onde a maioria das escolas permanecem fechadas, está bem no limiar — com 16 semanas contabilizadas até 30 de junho. Em média, porém, os países da OCDE haviam mantido suas escolas fechadas por 14 semanas até o fim de junho.

Fonte: BBC

 

Fechamento de escolas afetará economia global até o fim do século; OCDE prevê perda de 1,5% no PIB

 

A suspensão das atividades escolares provocada pela pandemia do novo coronavírus deve causar impactos na economia mundial que podem durar até o final do século e levar a uma perda ao longo deste período de, na média, 1,5% na economia global. Essas são algumas das constatações de relatório divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). De acordo com economistas que ajudaram na elaboração do estudo, esse efeito não será notado em curto prazo, mas os impactos econômicos serão sentidos por muitos anos. A estimativa, segundo o relatório, considera que só os atuais grupos de alunos serão afetados. Se as escolas demorarem para retomar o desempenho de antes da pandemia, o revés financeiro será proporcionalmente maior.

Fonte: Terra

 

Com creches fechadas, participação de mulheres no mercado de trabalho é a menor desde 1990

 

Milhares de mães brasileiras precisam trabalhar, mas não têm com quem deixar os filhos por conta do fechamento de creches e escolas infantis pela pandemia do novo coronavírus. A pesquisa “Mercado de Trabalho e Pandemia da Covid-19: Ampliação de Desigualdades já Existentes?” realizada em julho pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que a taxa de participação de mulheres com filhos de até 10 anos no mercado de trabalho caiu de 58,3% no segundo trimestre de 2019 para 50,6% no mesmo período deste ano. A participação média de mulheres no mercado de trabalho, por sua vez, ficou em 46,3% entre abril e junho de 2020. Com uma força produtiva menor, o especialista afirma que a capacidade produtiva do país também deve cair.

Fonte: G1

 

Em colégios de referência em São Paulo, volta prevê que cada aluno vá uma vez por semana

 

Grandes escolas particulares da cidade de São Paulo pretendem voltar às aulas com todos os seus alunos em vez de escolher séries para serem priorizadas. Esses colégios vão usar o que ficou conhecido como esquema de “bolhas” ou “clusters” em outros países, em que as turmas são divididas em pequenos grupos e fazem rodízio dos dias em que estarão presencialmente. Dessa forma, em geral, os alunos acabarão indo apenas uma ou duas vezes por semana à escola e farão o restante do ensino remotamente em casa. Na reportagem, o 'Estadão' traz um panorama sobre os protocolos de retomada de 14 grandes colégios da capital paulista, dentre eles Santa Cruz, Colégio Oswald de Andrade, Escola Viva, entre outros

Fonte: Estado de S. Paulo

 

Reabertura bem-sucedida de escolas no exterior teve ação sanitária básica e foi junto do comércio

 

Países que tiveram sucesso na reabertura das escolas fizeram a retomada de atividades presenciais de maneira voluntária, com protocolos sanitários conhecidos e, muitas vezes, voltaram junto ou até antes do comércio. A comunicação transparente com os pais foi crucial, como mostra estudo sobre os processos em 20 nações de todos os continentes. Mesmo onde havia forte oposição à volta, com o tempo, as famílias passaram a confiar nas medidas e enviaram seus filhos às escolas. A análise foi realizada pela consultoria Vozes da Educação a pedido de entidades do terceiro setor do Brasil. Foram considerados países com resultado satisfatório aqueles onde “as escolas reabriram e não registraram contaminação entre alunos e professores que saísse do controle”. O levantamento também indica que medidas mais sofisticadas, como testagem em massa e medição de temperatura, não necessariamente foram realizadas nesses países com reabertura elogiada. Essas escolas se organizaram para que houvesse lavagem frequente das mãos, grupos menores de alunos sem contato com o restante e uso de máscaras. A reportagem mostra infográficos e informações detalhadas da pesquisa.

Fonte: O Estado de S. Paulo